
Renegociar dívidas não é fraqueza, é estratégia de sobrevivência.” Antes que a crise se agrave, faça um diagnóstico completo da situação: liste todas as dívidas (fornecedores, bancos, tributos, etc.) detalhando valores, prazos e juros.
Classifique prioridades (juros altos e vencimentos próximos) e planeje pagamentos que o caixa suporte. Com esse mapa em mãos, negocie cedo e de forma transparente: proponha alongar prazos, parcelar ou consolidar débitos oferecendo garantias reais para reduzir juros.
Não caia em armadilhas comuns evite comprometer todo o fluxo de caixa em parcelas inviáveis e cheque sempre se a nova taxa de juros é justa.
• Mapeie e liste todas as dívidas da empresa (fornecedores, empréstimos, impostos), priorizando aquelas de juros elevados ou vencimento próximo.
• Negocie proativamente: alongue prazos, parcele ou consolide passivos, oferecendo garantias reais para reduzir custos financeiros.
• Evite erros comuns: não comprometa todo o caixa em parcelas altas e não renove dívidas sem analisar se as novas condições cabem no orçamento.
• Busque apoio técnico: consultoria contábil/jurídica pode analisar contratos, revisar juros e firmar acordos mais seguros.
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